"Evolution of Computing, IoT & Cloud Computing"

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    09-Jan-2017

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EU Brasil Cloud Forum Porto Alegre, 6 de julho de 2015 Demi Getschko demi@nic.br Evoluo da Computao Calculador Eletrnico Programvel - Programa Armazenado Internamente (von Neuman) Uso dedicado a uma aplicao por vez - Multi-tarefa (time sharing e multiprocessamento) Multi-usurio, uso local e remoto via terminal conectado Distribuio da capacidade de processamento Distribuio da capacidade de armazenamento Processamento local possvel - estaes de trabalho Clusters e uso de rede. Granularidade Processamento e armazenamento altamente distribudos Evoluo da Computao http://www.shamusyoung.com/twentysidedtale/ Evoluo da Computao Com novas tecnologias, pode-se voltar a um mesmo conceito antes abandonado, porm num patamar agora mais elevado: Evoluo em espiral. Hardware - Sofware - Hardware RISC/CISC/RISC Microprogramao fixa/varivel/fixa - B1700 Aproveitamento de capacidade de processamento ociosa de mquinas na rede local, ou na rede ampla - Athena Software compartilhado Evoluo da Computao Mainframes - foco na capacidade de processamento -Processamento central nico, acesso local -Acesso remoto via terminal -Dados com o usurio -Dados armazenados no computador central Evoluo da Computao Estaes de Trabalho -Capacidade local para processamento e armazenamento -Acesso a computador central para uso de software e dados compartilhados Expanso do uso de computao pessoal Evoluo da Computao Processamento distribudo -Redes locais e redes ampla abrangncia -Uso da capacidade ociosa local -Projeto Athena MIT/DEC/IBM, 1983-1991, segurana via Kerberos, identificao via Hesiod -Internet generaliza-se -A Rede o novo mainframe, tanto de processamento como em armazenamento -Mquina a Mquina (M2M) e Internet das Coisas (IoT) Evoluo muito rpida: Lei de Moore, 1965: a complexidade dobra a cada 18 meses para o mesmo custo. Isso causa um aumento de: 10 vezes em 5 anos 100 vezes em 10 anos 1000 vezes em 15 anos A lei de Moore vale tambm para velocidades de comunicao: Kbps nos anos 70/80, Mbps nos anos 80/90, Gbps a partir de 2000, 100 Gbps Tbps atualmente, com DWDM (Dense Wavelength Division Multiplexing). Ambiente tecnolgico IX (PTT) - Brasil, agregado 5/7/16 Efeitos da Internet Processamento, Armazenamento e Aplicativos acessveis via Internet/Web, de forma ubqua e sob demanda Custos proporcionais ao uso, sem necessidade de grandes investimentos nem infraestrutura Fim da necessidade de manter CPDs prprios? Tudo conectado? Internet das coisas A expresso Internet of Things (IoT) foi usada em 1999 pelo pioneiro ingls Kevin Ashton e, como exemplo, pela tecnologia de etiquetagem RFID. Na RFC 7452, Architectural Considerations in Smart Object Networking, h a seguinte descrio: The term "Internet of Things" (IoT) denotes a trend where a large number of embedded devices employ communication services offered by the Internet protocols. Many of these devices, often called "smart objects" are not directly operated by humans, but exist as components in buildings or vehicles, or are spread out in the environment. IoT, vises distintas Vises distintas: IoT nos trar um mundo revolucionrio, totalmente conectado e inteligente, mais progresso, oportunidades e eficincia, e multiplicar as receitas da indstria e da economia global IoT representa um mundo mais escuro de vigilantismo, de violaes de privacidade e de segurana aos cidados e de controle total sober suas vidas e atividades. IoT, possveis pontos de alerta Privacy by Design Devices Behaving Badly. Legacy Systems Technical and Cost Constraints - first move Schedule Risk Proliferation of Standards Efforts . Computao em Nuvem Computao em Nuvem Benefcios claros: - menor custo e menor investimento, tanto em mquinas como em aplicativos - acesso flexvel e ubquo, usando interfaces facilmente disponveis na Web - menos preocupao com cpias de segurana para dados e sistemas, com disponibilidade de servio de recuperao em casos de falhas - tempo menor de instalao de novos sistemas e de testes e treinamento dos operadores de aplicativos Computao em Nuvem Pontos a ponderar: - menor especializao das aplicaes: o cardpio o que o provedor disponibiliza - mesmo com maior segurana na recuperao das informaes, a risco de sigilo provenientes do fato de estarem armazenadas na nuvem, sob a gesto de terceiros - forte dependncia dos recursos de canal Internet, e competio com o uso genrico da rede, inclusive em entretenimento - anlise dos custos deve incluir os de conectividade Computao em Nuvem Pontos a ponderar: - menor diversidade na especializao das aplicaes: o cardpio imediato o que o provedor disponibiliza - mesmo com maior segurana na recuperao das informaes, h risco de sigilo provenientes do fato de estarem armazenadas na nuvem, sob a gesto de terceiros - forte dependncia dos recursos de canal Internet, e competio com o uso genrico da rede, inclusive em entretenimento - anlise dos custos deve incluir os de conectividade CGI.BR O CGI.br - Comit Gestor da Internet no Brasil foi criado pela Portaria Interministerial N 147 de 31/05/1995, alterada pelo Decreto Presidencial N 4.829 de 03/09/2003, para: I - estabelecer diretrizes estratgicas relacionadas ao uso e desenvolvimento da Internet no Brasil; II - estabelecer diretrizes para a organizao das relaes entre o Governo e a sociedade, para: - execuo do registro de Nomes de Domnio, - alocao de Endereo IP (Internet Protocol) - administrao do ccTLD .br, no interesse do desenvolvimento da Internet no Pas e, ainda III - propor programas de pesquisa e desenvolvimento que visem a qualidade tcnica e inovao, bem como estimular a sua disseminao no pas, com agregao de valor; IV - promover estudos e recomendar procedimentos, normas e padres tcnicos e operacionais, para a segurana das redes e servios de Internet; V - articular a proposio de normas e procedimentos relativos regulamentao das atividades inerentes Internet; VII - adotar os procedimentos administrativos e operacionais necessrios para que a gesto da Internet no Brasil se d segundo os padres internacionais. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 Comit Gestor da Internet no Brasil 1.- Ministrio da Cincia e Tecnologia 2.- Ministrio das Comunicaes 3.- Casa Civil da Presidncia da Repblica 4.- Ministrio do Desenvolvimento, Indstria e Comrcio Exterior 5.- Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto 6.- Ministrio da Defesa 7.- Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientfico e Tecnolgico 8.- Agncia Nacional de Telecomunicaes 9.- Frum Nacional dos Secretrios Estaduais da Cincia e Tecnologia 10.- Notrio Saber 11.- Setor Empresarial - Provedores de Acesso e Contedo 12.- Setor Empresarial - Provedores de Infra-Estrutura de Telecomunicaes 13.- Setor Empresarial - Bens de Informtica, de Telecomunicaes e de Software 14.- Setor Empresarial - Usurios 15.- Terceiro Setor 16.- Terceiro Setor 17.- Terceiro Setor 18.- Terceiro Setor 19.- Setor Acadmico 20.- Setor Acadmico 21.- Setor Acadmico Na Internet s funciona o que globalmente acordado. Pela falta de fronteiras fsicas regulamentos locais tendem a falhar sempre. Qualquer poltica s ser bem sucedida se for harmnica e global. Raramente h necessidade de legislao especfica para rede e, se ela existir, poder tender obsolescncia muito rapidamente. (John Perry Barlow The Economy of Mind) Resumo do Declogo Declogo de Princpios do CGI.br (Resoluo CGI.br/Res/2009/03P) 1) Liberdade, privacidade e direitos humanos 2) Governana democrtica e colaborativa 3) Universalidade 4) Diversidade 5) Inovao 6) Neutralidade da rede 7) Inimputabilidade da rede 8) Funcionalidade, segurana e estabilidade 9) Padronizao e interoperabilidade 10) Ambiente legal e regulatrio http://cloudtweaks.com/humor/

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