Teologia da Fidelidade X Teologia da Prosperidade

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    01-Jul-2015

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  • 1. A Teologia da

2. Os Tempos difceis2Tm 3:1-5. Porque sero tempos difceis? 3. A Histria do Pentecostalismo Lderes: Branco e negro - Charles Fox Parham (ensinava que alm da converso e santificao, havia o batismo do Esprito Santo) metodista e reitor do Bethel Bible College, e William S.Seymour, aluno e lder da Rua Azuza, 312. 4. A Histria do Pentecostalismo Casa de Richard e Ruth Asberry, na rua Bonnie Brae Norte, 214. Em 9 de abril de 1906, depois de cinco semanas de pregao e de orao de Seymour, ao terceiro dia de um jejum de 10 dias, Edward S. Lee falou em lnguas pela primeira vez. Em 12 de abril, Seymour falou em lnguas pela primeira vez, depois de orar toda a noite. 5. A Histria do Pentecostalismo O incio: 14/04/1906 na Rua Azuza, 312, Los Angeles, EUA. 6. A Histria do Pentecostalismo Um negro, filho de ex-escravos da Louisiana, ento com 36 anos de idade, comeou, em abril de 1906, num templo abandonado de uma Igreja Metodista Africana, no bairro negro de Los Angeles, uma caixa-preta, da qual comearam a sair gritos, convulses, profecias, glossolalias, curas, milagres, prodgios e toda sorte de coisas, que rapidamente chamou a ateno da imprensa e, por meio dela, de Leonildo Silveira Campos. todo o pas. -Professor de Sociologia da Religio da Universidade Metodista de So Paulo. As Origens Norte-americanas do Pentecostalismo Brasileiro. Revista USP, 67. setembro-novembro de 2005, pgs. 100-115. 7. A Histria do Pentecostalismo Walter Hollenweger [...] nos chama a ateno para o impacto da cultura africana, alm da protestante, catlica e indgena, sobre a maneira pentecostal de realizar a recomposio de crenas e prticas crists para um novo contexto. Seymour foi capaz de fazer a sntese, de catalisar e de descobrir as razes africanas do movimento pentecostal. - Leonildo Silveira Campos. Professor de Sociologia da Religio da Universidade Metodista de So Paulo. As Origens Norte-americanas do Pentecostalismo Brasileiro. Revista USP, 67. setembro-novembro de 2005, pgs. 100-115. 8. A Histria do Pentecostalismo Times de Los Angeles, dezembro de 1906. ...pessoas de cor e uma pequena quantidade de brancos formaram essa congregao do n 312 de a Rua Azuza. The New York American, dezembro de 1906. ...um novo movimento religioso, formado por negros e brancos, estava a comear. A tradio metodista estava sendo misturada religiosidade popular dos negros . J. T. Parreira, A cor da rua Azuza, Do blog: Papeis de Gaveta, 25/09/09 9. A Histria do Pentecostalismo A Primeira Onda 1900-1910 O Deus Santo no Centro. Pentecostalismo denominacional. Iniciada com os metodistas que levou ao surgimento de novas denominaes (como Igreja Crist no Brasil, Assembleia de Deus, etc...). 10. A Histria do Pentecostalismo A Segunda Onda 1950-1960 Os Carismas de Deus no Centro. Renovao Carismtica, interdenominacional e ecumnica. Surge entre catlicos que alegaram salvao e experincias. H infiltrao e diviso de igrejas mais tradicionais que se tornam renovadas. 11. A Histria do Pentecostalismo A Terceira Onda 1960 - 1970 O Ego no Centro. Neo-pentecostalismo. Caracteriza-se pela teologia da prosperidade e/ou por grosseiras aberraes usando algo FSICO que vem da superstio pag e at do demonismo aberto. 12. Avaliando Estas 3 ondas so meras expresses sucessivas do problema: colocar os sentimentos, os sentidos, os desejos, os pensamentos, as emoes e experincias, acima da Palavra de Deus tomada no seu devido contexto.. 13. Impacto no evangelicalismo 1. Conflito da f com a experincia: a Bblia X sentimento 2. Conflito do discipulado com a expectativa profana: sacrifcio X acumulao 14. Impacto no Evangelicalismo 3. Falsa compreenso do papel do Mal no mundo: a causa dos males. 4. Falsa concepo da mordomia: extremos. 15. O impacto no Adventismo A ideia do dinheiro como um mal do mundo. 16. O dever de educar Alguns deixam de educar o povo a cumprir com todo o seu dever. Pregam parte de nossa f que no cria oposio ou desagrada aos ouvintes, mas no declaram toda a verdade. O povo aprecia-lhes a pregao, mas h falta de espiritualidade porque os reclamos do Senhor no so atendidos. Seu povo no lhe d em dzimos e ofertas o que lhe pertence. Esse roubo a Deus, praticado tanto pelos ricos como pelos pobres, traz trevas s igrejas; e o ministro que com elas trabalha, e no lhes mostra a vontade de Deus claramente revelada, condenado com o povo, por negligenciar seu dever. E.G.W, Review and Herald (8 de abril de 1884), CSM, 87 17. Deus se importa No podemos ento adorar a Deus como o soberano de nossas vidas e ao mesmo tempo, em relao ao dinheiro, agirmos como se Deus no existisse ou no se importasse com aquilo que fazemos com nossas finanas. 18. O dinheiro na Bblia Homens santos foram prsperos A Bblia fala 205 vezes sobre a f, 208 vezes sobre a Salvao, 2.058 vezes sobre o dinheiro ou algo que lembre dinheiro, tais como: bens, herana, propriedades. 19. Duas Teologias: da Fidelidade e da Prosperidade Teologia da Prosperidade: O dinheiro uma conta que acumula mritos para a compra de favores Teologia da Fidelidade: O dinheiro um favor de Deus 20. Duas Teologias: da Fidelidade e da Prosperidade Teologia da Prosperidade: Meu dzimo para Deus diz a Ele que EU SOU DIGNO Teologia da Fidelidade: Meu dinheiro diz para Deus que ELE DIGNO 21. Duas Teologias: da Fidelidade e da Prosperidade Teologia da Prosperidade: Meu dinheiro tudo que importa para Deus Teologia da Fidelidade: Meu dinheiro apenas parte do que Deus quer, pois eu adoro com minha vida 22. Sola Scriptura O Lema da Reforma John KnoxPedro Valdo 23. Sola Scriptura: O lema da ReformaJonh Huss 24. Adventistas do Stimo Dia 25. Fiis Pioneiros Palavra Histria do sbado 26. O cerne do Reavivamento Um chamado fidelidade: A vida sob o Senhorio de Cristo, porqueELE DIGNO 27. O Que Mordomia? A busca da vida submissa a Jesus Cristo como Senhor. : Tudo de mim em resposta ao tudo de Deus 28. Princpios Honestidade no ganho Sensatez no gasto Prioridade para o Reino de Deus 29. Duas Teologias: da Fidelidade e da Prosperidade Teologia da Prosperidade: Meu dinheiro o Centro. Busco a Deus pelo dinheiro. Teologia da Fidelidade: Deus o Centro. Meu dzimo e minha oferta pela gratido. 30. O dinheiro na Bblia Moiss: Antes te lembrars do Senhor teu Deus, porque ele o que te d fora para adquirires riquezas; a fim de confirmar o seu pacto, que jurou a teus pais, como hoje se v. Deuteronmio 8:18 Davi: se as vossas riquezas prosperam, no ponhais nelas o corao. Salmos 62:10 Salomo: De nada aproveitam as riquezas no dia da ira; porm a justia livra da morte. Provrbios 11:4 Jesus: ... Quo dificilmente entraro no reino de Deus os que tm riquezas! Lucas 18:24 Paulo: Porque o amor ao dinheiro raiz de todos os males; e nessa cobia alguns se desviaram da f, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores. 1 Timteo 6:10 31. Dicas Para o Uso do Dinheiro Muitas famlias pobres o so porque gastam o dinheiro to logo o recebem. Deveis considerar que uma pessoa no deve dirigir seus negcios de molde a incorrer em dvida Quando algum se envolve com dvidas, caiu na rede que Satans prepara para as almas Ellen White O Lar Adventista, p. 392. 32. Dicas Para o Uso do Dinheiro (rico Tadeu Xavier, doutor em teologia) a) Quite seus dbitos. Se necessrio, venda algo para fugir da dvida. b) Corte os excessos e no crie outros dbitos. possvel quitar seu pagamento apenas eliminando gastos. c) No fique a merc de nenhuma financiadora, agiota ou banco. 33. Dicas Para o Uso do Dinheiro d) Quando puder, compre vista. Dbito prolongado e mal planejado tem a ver com disciplina pessoal e revela nossa incapacidade de viver com o que temos. e) Diga no tentao. No ao carto de crdito; no a vitrine atraente; no a sociedade imediatista e no ao suprfluo. 34. Dicas Para o Uso do Dinheiro f) Viva dentro do seu salrio. Isso evitar as brigas no lar, as dores de cabea, a insnia e o SPC. g) Fidelidade nos dzimos e ofertas. O que de Deus de Deus e pronto. O dzimo no para ser questionado, mas obedecido. 35. Minha Vida na Presena de Deus 36. Um ESTE TEMPO O APELO PARA Discpulo do Amor 37. Joo 8:13 Duas questes O que um discpulo? H verdadeiro e falso discpulo? 38. Duas experincias do verdadeiro discpulo 1.Jesus o seu Salvador Tudo comea Nele: O que Ele fez O que Ele faz hoje Ele nos ama at a morte A pergunta: como experimentar a salvao em Jesus? 39. Duas experincias do verdadeiro discpulo 2. Jesus o seu Senhor O que aceit-Lo como Senhor? A experincia com o Salvador vai depender de experimentar seu Senhorio 40. Muitos indagam: "Como devo eu fazer a entrega do prprio eu a Deus?" Desejais entregar-vos a Ele, mas sois faltos de poder moral, escravos da dvida e dirigidos pelos hbitos de vossa vida de pecado. Vossas promessas e resolues so como palavras escritas na areia. No podeis dominar os pensamentos, os impulsos, as afeies. O conhecimento de vossas promessas violadas e dos votos no cumpridos, enfraquece a confiana em vossa prpria sinceridade, levando-vos a julgar que Deus no vos pode aceitar; mas no precisais desesperar. O que deveis compreender a verdadeira fora da vontade. Esta o poder que governa a natureza do homem, o poder da deciso ou de escolha. Tudo depende da reta ao da vontade. O poder da escolha deu-o Deus ao homem; a ele compete exerc-lo. No podeis mudar vosso corao, no podeis por vs mesmos consagrar a Deus as vossas afeies; mas podeis escolher servi-Lo. Podeis dar-Lhe a vossa vontade; Ele ento operar em vs o querer e o efetuar, segundo a Sua vontade. Desse modo toda a vossa natureza ser levada sob o domnio do Esprito de Cristo; vossas afeies centralizar-se-o nEle; vossos pensamentos estaro em harmonia com Ele. E. G. W., C. C. pg. 47-48. 41. O desejo de bondade e santidade , em si, louvvel; de nada, porm, valero essas virtudes, se ficarem somente no desejo. Muitos se perdero enquanto esperam e desejam ser cristos. No chegam ao ponto de render a vontade a Deus. No escolhem agora ser cristos.Concluso: A submisso marca o comeo da experincia com Cristo: Somente quando Ele se torna o Senhor tambm o meu Salvador.Se permaneceis na minha Palavra sereis verdadeiramente meus discpulos 42. O Que Mordomia? A busca da vida submissa a Jesus Cristo como Senhor. : Tudo de mim em resposta ao tudo de Deus 43. Joo 8:13 Resta uma questo: H verdadeiro e falso discpulo? 44. Judas, o falso discpulo A histria de Judas apresenta o triste fim de uma vida que poderia ter sido honrada por Deus. _ E. G. W., DTN, pg. 716. 45. Judas, o falso discpulo Amava o grande Mestre, e anelava estar com Ele. Tivera desejo de ser transformado no carter e na vida, e esperava experimentar isso mediante sua ligao com Jesus. O Salvador no repelira Judas. Dera-lhe lugar entre os doze. Confiou-lhe a obra de evangelista. Dotou-o de poder para curar os doentes e expulsar os demnios. Mas Judas no chegou ao ponto de renderse inteiramente a Cristo. No renunciou as suas ambies terrenas, nem a Seu amor ao dinheiro. Ao passo que aceitava a posio de ministro de Cristo, no se colocou no divino molde. Achava que podia reter seus prprios juzos e opinies, e cultivou a disposio de criticar e acusar. . _ E. G. W., DTN, pg. 716. 46. O Que render-se a Cristo? Se permanecerdes em minhas Palavras, sereis verdadeiramente meus discpulos Joo 8:31 Um verdadeiro discpulo aquele que est disposto a ouvir e obedecer aPalavra de Cristo 47. 42 dias na presena de Cristo Meditaremos na Palavra de Cristo Reaprenderemos lies de submisso e entrega Um verdadeiro discpulo aquele que est disposto a ouvir e obedecer a Palavra de Cristo